ABORTO – Quando o não é sim e o sim é não

DÊ UMA CHANCE À VIDA

Numa cidadezinha, lá nos canfundós do Juda, havia dois lagos. Um era no meio da floresta escura, sujo e cheio de atoleiros. Proibidíssimo nadar, mas a policia não tinha como vigiar, pois era um local de difícil acesso. Muitas pessoas procuravam esse lago por falta de alternativas e morriam.

Outro era num local limpo, bem cuidado e tinha até salva-vidas. Proibidíssimo nadar ali também, e como a policia estava sempre presente, ninguém procurava esse lago por mêdo de ser preso.

Num dia de muito calor, uma menina e uma crianca queriam nadar. Se fossem no lago sujo, com certeza a crianca morreria e a menina teria grande probabilidade de também morrer.  Se fossem no lago limpo, a menina com certeza não morreria e a crianca teria grande probabilidade de também não morrer.

Assim é a questão do aborto no Brasil. Se fosse permitido que os hospitais públicos fizessem aborto, esses hospitais deveriam ter em suas dependências psicologos e poderia até ter padres ou pastores que orientariam e conversariam com essas mulheres, ou com os casais, buscando e oferecendo alternativas.  Muitas procuram o aborto no desespero e acredito que nos hospitais pelo menos 80% delas desistiriam e salvaria-se assim duas vidas.

O que temos, em funcão das proibicões, são mulheres procurando os acougueiros, em locais sujos e sem condicões apropriadas, que não conversam e não orientam, apenas tiram o feto por dinheiro e colocam a saúde da mulher em risco, quando ela não sai de lá também morta. São milhares de mulheres que buscam o aborto em clinicas clandestinas e morrem ou tem problemas pelo resto da vida em consequência de abortos mal feitos.

Sendo a favor ou contra o aborto, primeiro precisa-se buscar salvar vidas, acreditando ou não que o feto já tem vida. E ser contra o aborto em hospitais públicos é no mínimo pactuar com a morte. Dê uma chance à vida.

 

 

 

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